Fuller House: Primeira Temporada – Crítica

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Créditos: People Magazine

Créditos: People Magazine

 

Quando a Netflix anunciou ano passado que estaria preparando um spin-off da amada série dos anos 90, Full House, muitos dos fãs ficaram animados com o que serviço de streaming mais famoso do mundo teria para nos mostrar. Passado o alvoroço da primeira semana de lançamento, e, após assistir a primeira temporada inteira, posso dizer que o resultado não é muito positivo..

Não me leve a mal, eu assisti “em modo binge watching” todos os episódios da série (porque sou dessas) e amei cada segundo (porque nostalgia é comigo mesmo), mas, mesmo assim, teve momentos em que a crítica dentro de mim gritava desesperadamente: “Pare de assistir, isso não vai te acrescentar em nada”. Mas, como sou perseverante e grande fã do original, fui até o final. E, com isso, cheguei a conclusão que essa nova série só deve ser recomendado para fãs muito nostálgicos de Full House.

Gostaria de poder falar que a série é maravilhosa e recomendá-la a todos os amigos, mas, do jeito que está, Fuller House só poderia ser chamada de um “guilty pleasure” para quem acompanhava a série original na Warner Bros..

A primeira temporada de Fuller House, começa bem fraca com um episódio piloto que exagera na dose ao usar ad nausem os famosos bordões do original. Tive a impressão de que os produtores estavam pagando muito caro pela participação de certos atores e por isso queriam aproveitar o máximo a presença deles. Tornando os famosos e queridos personagens meio que intrusos em um episódio que deveria estar mais preocupado em apresentar os novos personagens e estabelecer a DJ, Stephanie e Kimmy como protagonistas. A sorte dessa série é que ela está na Netflix e por isso o espectador pode pular logo para o próximo episódio.

Que também não é tão animador…

A série só começa a ganhar vida no terceiro episódio quando as três protagonistas resolvem ir a uma boate pra terem uma noite só de adultos e deixam as crianças aos cuidados de Joey. Apesar do episódio ter um convidado especial, a participação se dá de forma orgânica, ao contrário do que acontece no piloto.

Em “Mad Max” e “A Lenda do El Explosivo” a série entra pelo caminho dos absurdos com um episódio que mostra a Stephanie tocando no festival de Coachella e em outro que a DJ vira lutadora de luta livre (sim, isso realmente acontece). Depois desses acontecimentos eu comecei a entender que a série estava exibindo seu lado trash com muito orgulho e aí mim só restava me juntar a eles ou deslogar da Netflix.

Na segunda parte da temporada, a série parece ficar mais equilibrada, apesar de ter um ou dois (ok, talvez três) momentos absurdos, Fuller House consegue achar seu ritmo e consegue ficar cada vez mais parecida com a série original tratando de forma bem-humorada, e muitas vezes até tocante, questões familiares e morais.

Ao todo, apesar de não ter sido o revival que eu esperava desde o primeiro episódio, Fuller House me ganhou pelo carisma das atrizes do elenco original e pela fofura das novas crianças. Claro que ainda existe espaço para melhoras (um grande espaço na verdade), mas fico feliz que a Netflix já tenha renovado a série para uma segunda temporada, pois tenho que admitir que ainda não estou preparada para dizer adeus a esses personagens que marcaram a minha infância.

 

Sobre o Autor

Roberta Figueiredo
Formada em Comunicação Social, produtora independente de cinema, respira conhecimento e se alimenta de cultura. Ariana, teimosa, gosta de caminhar na praia e fazer maratonas no Netflix. ;-)

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