Death Note – Crítica

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Daeth Note Crítica

Direção: Adam Wingard

Elenco: Nat Wolff, Lakeith Stanfield, Margaret Qualley e William Dafoe

Roteiro: Charley Parlapanides, Vlas Parlapanides e Jeremy Slater

Esqueça tudo o que você conhece sobre Death Note, nesse live-action de Adam Wingard (Bruxa de Blair e Você Será o Próximo) o que restou foram os nomes dos personagens e o caderno. As adaptações norte-americanas de famosos animes já têm a fama de ficarem muito aquém do original, vide DragonBall Evolution, A Vigilante de Amanhã: Ghost in the Shell e Avatar: O Último Mestre do Ar. Agora podemos contar Death Note como mais um nesta lista.

Os americanos, de forma geral, já tem uma certa preguiça de apreciar projetos culturais que não são em inglês e tentam traduzir esses produtos para produções realizadas por eles e grande parte da essência se perde no meu do caminho.

No filme da Netflix, Light Turner (Nat Wolff) é um estudante do ensino médio que se depara com um caderno que tem poder de matar a pessoa que tem o nome escrito nele. A representação do personagem é muito mais histérica do que no original, onde o protagonista é muito mais frio, calculista e com um complexo de Deus. O roteiro criou uma versão mais clichê, agora ele é um outcast que teve a mãe assassinada por um poderoso criminoso e no fundo busca vingança.

A série de mangas japoneses criada por Tsugumi Ohba tem 12 volumes, um anime com 37 episódios, 2 livros, 2 filmes de animação e 9 live-action, logo material não faltava para Charley Parlapanides (Imortais), Vlas Parlapanides (Imortais) e Jeremy Slater (Quarteto Fantástico) trabalhar. A grande quantidade de fonte fez com que eles se perdessem e criassem um protagonista quase bonzinho. Light, como Kira, e L (Lakeith Stanfield), na criação de Ohba, travam uma guerra fria, já no filme, que acaba de ser lançado, eles são o típico bm x mal. Outro tópico que Death Note ficou conhecido foi por seus plot twists surpreendentes, algo que ficou em falta nessa versão.

Um aspecto que deve ser destacada é a caracterização do Ryuk (William Dafoe), esse foi o ponto que mais se aproxima do original. Porém o humor ácido personagem não foi aproveitado de uma forma desejável.

Depois desse filme, a Netflix deve ter entrado na lista de alguns cadernos espalhados por aí.

Sobre o Autor

Igor Miranda
Consumidor de cultura 24 horas por dia, 7 vezes por semana. Assisto de blockbuster a cinema sueco, vou a concertos e shows de rock, já no ramo das séries assisto de CW até HBO.

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