Kingsman: Serviço Secreto – Crítica

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—- Samuel L. Jackson continua sendo o rei do cinema —-

 

Crítica de Kingsman: o Serviço Secreto

 

O diretor Matthew Vaughn mostra, mais uma vez, o seu talento para adaptações de histórias em quadrinhos. Depois de X-Men: Primeira Classe – e o sempre esquecido, mais muito divertido Kick-Ass, fica claro que esse é o gênero favorito de Vaughn e onde ele parece se sentir mais à vontade.

Kingsman: Serviço Secreto é baseado na história em quadrinhos criada por Mark Millar e Dave Gibbons. A obra, lançada em 2012, teve influência dos clássicos de James Bond, algo que fica ainda mais claro na versão cinematográfica.

Além da inspiração em filmes de espiões, a história também pega emprestado alguns elementos da lenda do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda, o que dá um certo ar de novidade ao enredo.

Harry Hart (Colin Firth) – codinome Galahad – é o mais importante e respeitado agente dessa antiga ordem de espiões. Ele se torna o mentor do protagonista Eggsy (Taron Eggerton), um rapaz esperto, órfão de pai, desesperado para fazer algo de importante em sua vida.

A oportunidade surge quando Galahad o aponta como seu candidato para a ocupar a posição de Lancelot, que ficou vaga após a morte de um dos agentes. Eggsy enfrenta uma dura competição entre os jovens aprendizes que aspiram ao mesmo cargo, mas sua esperteza e sagacidade nata o ajudam a se sobressair perante seus concorrentes.

Enquanto Eggsy passa por arduosas etapas  para se tornar um Kingsman, Galahad se encontra em um jogo de gato e rato com Richmond Valentine (Samuel L. Jackson), um excêntrico bilionário apaixonado por Big Macs – e com uma ideia muito radical sobre como mudar o mundo. Segundo Valentine, a paz só será alcançada com a aniquilação total da população (salvo por algumas pessoas previamente selecionadas para habitar a nova Terra).

Para ajudá-lo nessa empreitada Valentine depende da competência de sua capanga/braço direito, Gazelle (Sofia Boutella), uma figura ameaçadora com lâminas no lugar de suas pernas e habilidades excepcionais em artes marciais. 

Kingsman, assim como os outros trabalhos de Vaughn, é extremamente estilizado. A direção de arte e figurino conferem uma certa elegância ao filme. Os detalhes sobre a cultura britânica, e o contraste da vida de Eggsy antes e depois de Kingsman, também são uma bela adição ao roteiro.

Ao todo, o filme cumpre a sua missão de divertir e satirizar os thrillers de espiões dos anos 70. Com uma dose de humor negro, mas sem abusar das piadas, Kingsman: Serviço Secreto é um filme de ação inusitado que consegue fugir da mesmice que ultimamente habita os nossos cinemas.

Trailer

 

Sobre o Autor

Roberta Figueiredo
Formada em Comunicação Social, produtora independente de cinema, respira conhecimento e se alimenta de cultura. Ariana, teimosa, gosta de caminhar na praia e fazer maratonas no Netflix. ;-)

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