50 Tons Mais Escuros – Crítica

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50 Tons Mais Escuros só está mais escuro no nome

50 Tons Mais Escuros Crítica

Direção:  James Foley

Elenco: Dakota Johnson, Jamie Dornan, Rita Ora, Victor Rasuk, Kim Basinger, Eric Johnson

Roteiro: E.L James, Niall Leonard 

Se você está atrás dos planos e sequências de câmeras mais apelativos sobre a intimidade do casal .pode esquecer. No segundo filmes, as cenas “eróticas ” estão com planos mais abertos, mostrando bem menos que no primeiro e o poucos planos fechados estão mais bonitos e bem feitos, mas nada vulgar, apesar de continuar sempre explorando aquilo que o corpo feminino tem de mais bonito. Sim, o corpo de Anastasia (Dakota Johnson) é muito mais explorado, porém, desta vez, de uma forma muito mais harmônica. E para a mulherada que curte a forma masculina, ainda tem umas rápidas cenas com a famosa bundinha redondinha de Grey.

Falar sobre sobre sexo é algo complicado desde os primórdios do cinema e não foi dessa vez que surgiu algo novo para escapar dos clichês. Este é o segundo filme da trilogia, baseada no livro de mesmo nome. A ideia dos livros e filmes era explorar algo até então pouco expostos na sociedade: o pornô feminino e o sadomasoquismo.

O primeiro filme foi lançado em 2015 e suas duas sequências foram filmadas simultaneamente. O terceiro, e último, 50 Tons de Liberdade, tem data prevista para fevereiro de 2018.

50 Tons Mais Escuros conta com um Christian Grey (Jamie Dornan), personagem dominador, macho alfa, muito mais “romântico “, calmo, doce e sutil (na medida do possível). Olhando assim de longe, principalmente pra quem não assistiu ao primeiro filme, pode parecer que se trata de um romance comum ou até mesmo de um casal convencional …Pobre ilusão. De fato o segundo filme conta mais uma história de amor e apresenta cenas bem menos “calientes”, mas Anastasia e Christian estão longe do que podemos chamar de um casal convencional.

Ao compararmos com primeiro filme, 50 Tons Mais Escuros é mais poético, velado, escondido e subjetivo. O personagem se mostra mais humano e buscando controlar seus instintos mais selvagens, os quais foram apresentados no primeiro filme ,mas ainda assim Grey permanece terrivelmente sexy, controlador, sedutor – e a julgar pelos inúmeros gritinhos do público feminino no cinema durante as sessões -, Christian Grey ainda é um dos homens fictícios mais desejados dos últimos anos.

Se antes o foco estava na relação sexual e a descoberta sua toda sua sexualidade por parte da protagonista, no segundo filme, o foco passar a ser contar uma história de amor utilizando a sensualidade como uma ferramenta .

A sexualidade se transforma em sensualidade e isso fica nítido em mudanças até mesmo físicas do personagem de Grey. Toda a parte ruim e negativa do caráter dele não é tão evidente no segundo filme. É estranho pensar que quando Anastasia finalmente começa a conviver com Grey, “livre” destes defeitos que tanto lhe incomodou um dia, um novo personagem, seu novo chefe (Eric Johnson) surge na história assumindo esse papel babaca, machista e autoritário que Anastasia reconheceu em seu amado Grey e com tanto esforço conseguiu mudar . Dizem que uma mulher muda um homem, e pelo menos neste filme, o ditado é verdadeiro

Sobre o Autor

Jéssica Lopes

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